Santos Brasil

Crise econômica e commodities em baixa reduzem em 13,9% trocas comerciais com o Mercosul

As exportações brasileiras aos países do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela) caíram 13,9%, de janeiro a julho de 2016, em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), houve uma retração de US$ 1,7 bilhão, cerca de R$ 5,5 bilhões. Na Venezuela, por exemplo, em um momento de grave crise econômica e instabilidade política, as vendas caíram 62,6%.

“A Venezuela esteve entre os cinco principais destinos do frango nacional. Com a baixa do petróleo, os negócios despencaram, e muita empresa ficou sem receber”, lembra Francisco Turra, da ABPA (de proteína animal).

No entanto, a queda no comércio se repete em todas as economias do bloco econômicao. Na Argentina, segunda grande sócia do Mercosul, a retração foi de 1,8%, amortecida pelo resultado positivo do setor automobilístico, informa a Folha de S.Paulo.

“As commodities passam por um ciclo ruim, e esses países estão com menos recursos para comprar do Brasil. O Paraguai se sai melhor, tem flexibilizado impostos e atraído investimentos”, diz Lia Valls, da Fundação Getulio Vargas.

Fonte: Noticias ao Minuto

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Governo decide abrir dezessete vagas para o cargo de adidos agrícolas brasileiros no exterior

Saíram as novas regras para seleção de adidos agrícolas nas missões diplomáticas brasileiras no exterior. Com isso, os servidores de carreira do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), interessados em ocupar o cargo, já podem se planejar e se capacitar para concorrer no processo seletivo.

Hoje, o Brasil tem adidos agrícolas em oito partes do mundo: Buenos Aires (Argentina), Washington (Estados Unidos), Bruxelas (União Europeia), Pequim (China), Moscou (Rússia), Pretória (África do Sul), Genebra (sede da Organização Mundial do Comércio) e Tóquio (Japão). Agora, esse número vai subir para 25. O Mapa e o Ministério das Relações Exteriores (MRE) estão trabalhando para definir os novos locais dos postos.

A base da seleção está fundamentada na meritocracia, visando atender aos interesses da administração pública. Os candidatos que forem selecionados para o quadro de acesso serão treinados e capacitados para a designação de adido agrícola e posteriormente poderão compor lista tríplice para escolha do Ministro da Agricultura.

Os escolhidos serão designados em ato do presidente da República, mediante indicação do Ministro da Agricultura, com a consulta prévia do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

A Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa e a Enagro (Escola Nacional de Gestão Agropecuária) planejam organizar a seleção para o Quadro de Acesso para Adido Agrícola ainda em 2016.

A atuação de adidos agrícolas estrangeiros é comum no Brasil e em outros países, em razão da relevância desses agentes públicos no enfrentamento de obstáculos ao comércio internacional de produtos agrícolas. Tratam-se de representações técnicas especializadas que complementam com efetividade o trabalho desenvolvido nas missões diplomáticas.

Quadro de acesso

O processo se inicia com edital de seleção especifico para seleção de candidatos à vaga no “Quadro de Acesso ao cargo de Adidos Agrícolas junto às Missões Diplomáticas Brasileiras no Exterior”.

A seleção para admissão ao Quadro de Acesso será desenvolvida em quatro etapas:
I – Avaliação curricular: consistirá de prova de título e apresentação de atestado e/ou comprovantes de proficiência em idiomas estrangeiros desejáveis e não obrigatórios;
II – Avaliação de conhecimentos gerais e específicos, que consistirá de prova de língua portuguesa sobre temas relacionados ao agronegócio, prova sobre as atividades de adido agrícola e provas de conhecimentos dos idiomas português e inglês;
III – Prova oral de proficiência no idioma inglês; e
IV – Avaliação psicológica: consistirá de avaliação técnico comportamental.

Confira aqui as portarias nº 147 e 148 que aprovam o Regulamento e os Critérios de Seleção de Candidatos a Postos de Adidos Agrícolas junto a Missões Diplomáticas Brasileiras no Exterior.

Fonte: Mapa

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Evento em SP destaca vantagens e oportunidades de negócios com países da África Austral

Apresentar as vantagens e oportunidades de negócios com a África frente a outros mercados e disseminar a cultura exportadora para o continente africano. Estes são os objetivos principais do seminário “SACU: Oportunidades de Negócios entre Brasil e África”, que a A Thomson Reuters e a Câmara de Comércio Afro-Brasileira (AfroChamber) promovem nesta terça-feira (16), a partir das 9h, no hotel Pullman Vila Olímpia, em São Paulo.

O encontro terá a presença dos mais influentes gestores e decisores do segmento de Comércio Exterior no Brasil. A ação tem como objetivo disseminar a cultura exportadora para o continente africano e apresentar as vantagens e oportunidades de negócio com a África frente a outros mercados.

Em um cenário de economia instável, onde o comércio exterior se tornou uma alternativa importante para manter o ritmo de produção e de comercialização das companhias, a África surge como um mercado com enorme potencial, mas que ainda não entrou na rota dos principais players do Brasil.

Com o objetivo de estimular as exportações para o continente, o Mercosul já mantém, desde abril, um acordo com a SACU (União Aduaneira da África Austral) que prevê a concessão mútua de preferências tarifárias e estabelece o aumento de demanda de importação e exportação entre os mercados. Consequentemente, o produto brasileiro passa a ser mais competitivo em relação a de outros países, como os europeus, por exemplo.

Para o especialista em Tratados de Livre Comércio na Área de Negócios de Comércio Exterior da Thomson Reuters, Marcos Piacitelli, “o acordo vai garantir ao Brasil maior competitividade em diversos setores, tais como automotivo, têxtil, siderúrgico, químico e de bens de capital, na qual hoje a exportação brasileira já é composta, em sua grande maioria, por bens industrializados destes mencionados segmentos”, afirma.

O comércio bilateral com os países da África Austral (bloco integrado pela África do Sul, Botswana, Lesoto, Namíbia e Suazilândia) sempre foi superavitário para o Brasil. Em 2015, as exportações para esses países africanos totalizaram US$ 1,365 bilhão, enquanto as vendas do bloco brasileiras atingiram a cifra de US$ 645 milhões, gerando para o país saldo de US$ 720 milhões.

Este ano, o intercâmbio com a SACU enfrenta quedas semelhantes àquelas registradas no comércio do Brasil com seus principais parceiros comerciais. De janeiro a julho, as exportações brasileiras somaram US$ 748 milhões, com uma retração de -749% e as vendas do bloco africano registraram uma forte contração de -50,44% para US$ 204 milhões.

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Brasil aumenta exportações de carne de frango e reduz dependência das vendas para a Rússia.

Apesar de registrar retração no volume mensal no mês de julho, os embarques de carne de frango mantiveram ritmo positivo nos números totais acumulados este ano. Conforme levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), houve queda de 18,9% no desempenho de julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.  Ao todo, foram embarcadas 362,7 mil toneladas no mês passado.

Nos sete primeiros meses do ano, entretanto, os embarques do setor mantiveram alta de 7,85% em relação ao mesmo período de 2015, chegando a 2,628 milhões de toneladas.

Com este desempenho, a receita cambial dos embarques em julho deste ano chegou a US$ 606,4 milhões, saldo 21,4% inferior em relação ao mesmo período do ano passado. No ano, a retração chega a 4,96%, com total de US$ 3,990 bilhões.

Já na receita em reais, as exportações geraram no mês passado saldo 21,2% inferior em relação a julho de 2015, com R$ 1,960 bilhão.  No ano, o resultado total chega a R$ 14,4 bilhões, 13,33% acima do registrado no mesmo período de 2015.

“A queda do resultado mensal é ampliada pelo parâmetro de comparação.  Em julho de 2015 houve o maior saldo em volumes já registrado em um único mês, de 447,2 mil toneladas.  Há que se ressaltar, entretanto, as retrações de compras registradas em determinados mercados importadores de produtos in natura do Oriente Médio e da Ásia.  Este é um resultado direto da alta dos custos de produção, que influenciou a elevação dos preços internacionais deste ano”, analisa Francisco Turra, presidente-executivo da ABPA.

Carne suína in natura

Os embarques de carne suína in natura também registraram retração em julho. Ao todo, foram embarcadas 52,2 mil toneladas, 4,8% a menos na comparação com o mesmo período do ano passado.

Apesar disto, nos sete primeiros meses deste ano o setor mantém números positivo, com 42,2% de alta na comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando 353,4 mil toneladas.

Assim como o resultado em volumes, a receita cambial de julho apresentou queda, de 25,3%, com US$ 111,6 milhões.  Já no acumulado do ano, o saldo cresceu 5,8%, totalizando US$ 685,2 milhões.

Em ritmo semelhante, a receita em reais registrou queda de 24% em julho – chegando a R$ 365,5 milhões – e alta de 25,1% no ano – com total de R$ 2,471 bilhões.

“A principal queda nos embarques mensais ocorreu na Rússia, em cerca de 50%. Ao mesmo tempo, China e Hong Kong mantiveram o ritmo dos embarques.  A proporção entre a retração dos embarques para a Rússia e o resultado mensal mostra que o setor tem conseguido diminuir a dependência de um único mercado, ampliando a participação de outros exportadores no saldo geral”, destaca Ricardo Santin, vice-presidente de mercados da ABPA.

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Em São Joaquim, Blairo Maggi descarta abrir mercado brasileiro à importação de maçã chinesa.

O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse a produtores, durante visita a São Joaquim (SC), nesta quarta-feira (10), que não vai autorizar importações de maçã da China. O município é um dos principais produtores brasileiros da fruta. Diante da preocupação dos fruticultores da região com a possibilidade de abertura do mercado nacional ao país asiático, Blairo Maggi afirmou que o assunto não estava na agenda do governo federal.

Durante a visita a uma área de cultivo de maçã, os produtores catarinenses lhe entregaram um documento com reivindicações. Eles querem o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para garantir a sanidade dos pomares, com o combate ao cancro europeu. Também pedem financiamento para a instalação de telas antigranizo nas plantações.
Situado na Serra Catarinense, São Joaquim tem mais de 2 mil produtores rurais, a maioria de pequeno porte, com no máximo cinco hectares. Na tarde desta quarta-feira, o ministro conheceu uma vinícola no município.

Centro Moscasul

Na terça-feira (9), Blairo Maggi esteve em Vacaria. No município gaúcho, assinou um protocolo de intenções destinado a operacionalizar recursos do setor privado para dar suporte às ações do Centro de Controle Biológico e Manejo Integrado da Mosca das Frutas (Centro Moscasul). A sede do centro fica em Vacaria.

A cooperação envolve a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi), Sindocopel e Associação dos Produtores de Pêssego da Região de Pelotas. O presidente da Embrapa, Maurício Antônio Lopes, e representantes das quatro entidades do setor de fruticultura participaram da assinatura do protocolo.

Ele anunciou ainda a liberação de R$ 506,9 mil para conclusão do Centro Moscasul. Blairo disse também que, em setembro, vai à Índia participar da reunião do Brics (grupo de países formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e começar as negociações para a abertura do mercado daquele mercado às exportações brasileiras de maçã.
Hoje, a participação do país no mercado global de maçã é de 2%. De janeiro a outubro de 2015, o Brasil exportou 60,11 mil toneladas da fruta. O principal importador foi a Rússia, que absorveu 5,57% desse volume.

A produção brasileira da fruta em 2014 foi de 1,38 milhão de toneladas, em 37 mil hectares. O Rio Grande do Sul, com 17,43 mil hectares, e Santa Catarina, com 17,73 mil hectares, representam 95% do total da área de maçã do país.

Fonte: Mapa

Logo Sebrae

Governador de SC apoia o Simples Internacional

A criação do Simples Internacional foi um dos temas tratados em reunião realizada entre o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, e o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, na manhã da última terça-feira (9), em Brasília (DF). O Simples Internacional será um mecanismo que irá permitir a ampliação das exportações de micro e pequenas empresas brasileiras, o aumento do intercâmbio comercial e a redução de custos e de tempo das operações

“Essa é uma ideia criativa e inteligente. Uma das melhores que vejo no campo da economia nos últimos tempos”, enfatizou o governador de Santa Catarina. Raimundo Colombo também destacou que esse será um ganho fundamental para o país e que o estado será profundamente beneficiado com a iniciativa.

“A intenção do Sebrae é apresentar o projeto a todos os governadores que estão na fronteira com o Mercosul. Todos estão interessados em abrir mercado para os empresários da região. A ideia está sendo muito bem recebida”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

O Simples Internacional quer simplificar todos os procedimentos necessários para exportar, sejam eles burocráticos, tarifários, logísticos e de meio de pagamentos. “Ele será o responsável por realizar toda a tramitação burocrática para a exportação do pequeno empresário, como licenciamento, despacho aduaneiro, consolidação de carga, seguro, câmbio, transporte e armazenagem”, destacou o presidente do Sebrae.

Afif ainda ressalta que outra questão que impactará os pequenos empresários é a utilização do Sistema de Moeda Local (SML). Trata-se de um sistema de pagamentos que permite que remetentes e destinatários, nos países que integram o sistema, façam e recebam pagamentos de transações comerciais em suas respectivas moedas. O SML já pode ser utilizado para operações comerciais realizadas entre o Brasil e a Argentina, por exemplo. “O sistema facilita as operações de câmbio das empresas com custos reduzidos”.

O grupo de trabalho responsável por elaborar o projeto do Simples Internacional esteve reunido, pela primeira vez, na semana passada, e a expectativa é que a proposta esteja pronta até o final deste mês. Além do Sebrae, ele é composto pelos ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a Receita Federal do Brasil, a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, o Banco Central, a Apex-Brasil, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Fonte: Sebrae

ZPE

ZPE de Parnaíba-PI receberá investimento de R$ 7,2 milhões para instalação de empresa

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, autorizou a instalação da empresa Ecopellets do Brasil Ltda, na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Parnaíba, no Piauí, para implantar e operar unidade industrial destinada a produzir combustível sólido a partir de biomassa na forma de pellets e briquetes.

A autorização foi publicada nesta quarta-feira (9), no Diário Oficial da União. O investimento foi orçado em cerca de R$ 7,2 milhões, dos quais R$ 6,4 milhões serão supridos por fornecedores nacionais.

Quando estiver em plena operação, o empreendimento deve gerar 47 postos de trabalho diretos. A aquisição da biomassa, que servirá de matéria-prima para essa indústria, deve injetar mais R$ 6 milhões ao ano na economia local, gerando mais empregos e renda no campo.

O produto da Ecopellets é uma fonte de energia renovável obtida a partir de resíduos vegetais que são triturados, secos e comprimidos. O mercado europeu é o maior consumidor de pellets de biomassa, que é empregado no aquecimento de residências ou como fonte de energia para consumidores comerciais, plantas industriais ou termoelétricas.

Na ZPE de Parnaíba já está instalada a empresa Agrocera Piauí Ind. Com. e Exportação de Cera Vegetal Ltda cuja planta industrial para processamento da cera de carnaúba passa pelos últimos testes antes do funcionamento. Quando estiver em plena operação, o empreendimento deve empregar cerca de 20 trabalhadores. Na primeira quinzena de setembro deste ano, a Agrocera Piauí deve promover o primeiro embarque de cera de carnaúba para o exterior.

Desde 2011 o Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) aprovou 12 projetos industriais para implantação nas ZPEs de Pecém (CE), da Parnaíba (PI) e de Senador Guiomar (AC) que totalizam R$ 18 bilhões em investimentos greenfield em novas plantas industriais com a previsão de geração de cerca de 15 mil postos de trabalho nas obras de implantação e mais de 5 mil empregos diretos na operação.

Fonte: MDIC

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Santos Brasil

Analistas mantêm projeção de superávit de US$ 51,10 bilhões para balança comercial em 2016

A exemplo do que aconteceu na semana passada, instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) mantiveram a expectativa de que a balança comercial brasileira deverá fechar o ano de 2016 com um superávit de US$ 51,10 bilhões. Para 2017, os analistas dessas instituições também continuam apostando num saldo a ordem de US$ 50 bilhões.

Ao mesmo tempo, os economistas consultados pelo BC esperam um encolhimento um pouco menor da economia em 2016. A estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 3,27% para 3,24%. Para 2017, a projeção de crescimento segue em 1,1% há duas semanas consecutivas. As projeções fazem parte de pesquisa feita todas as semanas pelo BC sobre os principais indicadores da economia. Ela é divulgada às segundas-feiras.

A projeção das instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi mantida em 7,21%. Para 2017, a estimativa caiu de 5,29% para 5,20%.

As estimativas estão distantes do centro da meta de inflação de 4,5%. Para este ano, a projeção ultrapassa também o limite superior da meta: 6,5%. O teto da meta em 2017 é 6%.

É função do BC fazer com que a inflação fique dentro da meta. Um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e a inflação é a taxa básica de juros, a Selic.

Taxa Selic

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação.

O BC tem que encontrar equilíbrio ao tomar decisões sobre a taxa básica de juros, de modo a fazer com que a inflação fique dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano.

A expectativa das instituições financeiras para a taxa ao final de 2016 subiu de 13,25% para 13,50% ao ano. Para o fim de 2017, a expectativa para a taxa básica permanece em 11% ao ano, há cinco semanas consecutivas.

A projeção para a cotação do dólar foi alterada de R$ 3,34 para R$ 3,30 ao final de 2016, e mantida em R$ 3,50 no fim de 2017.

(*) Com informações da Agência Brasil

EUABANDEIRA

Mercado americano de bebidas e alimentos é foco de programa de internacionalização da Apex.

A Apex-Brasil vai iniciar a 2ª Edição do Programa de Internacionalização de Empresas de Alimentos e Bebidas, com foco no varejo de alimentos e bebidas dos Estados Unidos. O Programa vai oferecer ações de capacitação avançada em marketing internacional, missão de internacionalização para os Estados Unidos e coaching para construção do Plano de Expansão internacional.

Para essa edição, o destaque será a capacitação avançada em marketing internacional, uma parceria da Apex-Brasil com a Escola Superior de Propaganda e Marketing que tem como objetivo apoiar a construção do plano de marketing das empresas participantes do programa e dar suporte nos temas de marketing com foco no mercado americano.

Serão abordados temas como estratégia de entrega de valor e análise de mercado americano, brending e embalagem no mercado americano e promoção e comunicação nos Estado Unidos.

A capacitação, que acontece entre os dias 24 e 25 de agosto, em São Paulo, é voltada para as empresas fabricantes e exportadoras de alimentos e bebidas e tem como objetivo acelerar o processo de internacionalização das empresas brasileiras e torná-las mais competitivas no mercado americano.

Serviço:

Programa de Internacionalização de Empresas de Alimentos e Bebidas

De 24 a 25 de agosto na Escola Superior de Propaganda e Marketing, em São Paulo. Contrapartida financeira: R$ 1.000. Informações no telefone 61-3426-0202, ou enviando e-mail para apexbrasil@apexbrasil.com.br.

Fonte: Apex-Brasil