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Brasil aumenta exportações de carne de frango e reduz dependência das vendas para a Rússia.

Apesar de registrar retração no volume mensal no mês de julho, os embarques de carne de frango mantiveram ritmo positivo nos números totais acumulados este ano. Conforme levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), houve queda de 18,9% no desempenho de julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.  Ao todo, foram embarcadas 362,7 mil toneladas no mês passado.

Nos sete primeiros meses do ano, entretanto, os embarques do setor mantiveram alta de 7,85% em relação ao mesmo período de 2015, chegando a 2,628 milhões de toneladas.

Com este desempenho, a receita cambial dos embarques em julho deste ano chegou a US$ 606,4 milhões, saldo 21,4% inferior em relação ao mesmo período do ano passado. No ano, a retração chega a 4,96%, com total de US$ 3,990 bilhões.

Já na receita em reais, as exportações geraram no mês passado saldo 21,2% inferior em relação a julho de 2015, com R$ 1,960 bilhão.  No ano, o resultado total chega a R$ 14,4 bilhões, 13,33% acima do registrado no mesmo período de 2015.

“A queda do resultado mensal é ampliada pelo parâmetro de comparação.  Em julho de 2015 houve o maior saldo em volumes já registrado em um único mês, de 447,2 mil toneladas.  Há que se ressaltar, entretanto, as retrações de compras registradas em determinados mercados importadores de produtos in natura do Oriente Médio e da Ásia.  Este é um resultado direto da alta dos custos de produção, que influenciou a elevação dos preços internacionais deste ano”, analisa Francisco Turra, presidente-executivo da ABPA.

Carne suína in natura

Os embarques de carne suína in natura também registraram retração em julho. Ao todo, foram embarcadas 52,2 mil toneladas, 4,8% a menos na comparação com o mesmo período do ano passado.

Apesar disto, nos sete primeiros meses deste ano o setor mantém números positivo, com 42,2% de alta na comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando 353,4 mil toneladas.

Assim como o resultado em volumes, a receita cambial de julho apresentou queda, de 25,3%, com US$ 111,6 milhões.  Já no acumulado do ano, o saldo cresceu 5,8%, totalizando US$ 685,2 milhões.

Em ritmo semelhante, a receita em reais registrou queda de 24% em julho – chegando a R$ 365,5 milhões – e alta de 25,1% no ano – com total de R$ 2,471 bilhões.

“A principal queda nos embarques mensais ocorreu na Rússia, em cerca de 50%. Ao mesmo tempo, China e Hong Kong mantiveram o ritmo dos embarques.  A proporção entre a retração dos embarques para a Rússia e o resultado mensal mostra que o setor tem conseguido diminuir a dependência de um único mercado, ampliando a participação de outros exportadores no saldo geral”, destaca Ricardo Santin, vice-presidente de mercados da ABPA.

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Em São Joaquim, Blairo Maggi descarta abrir mercado brasileiro à importação de maçã chinesa.

O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse a produtores, durante visita a São Joaquim (SC), nesta quarta-feira (10), que não vai autorizar importações de maçã da China. O município é um dos principais produtores brasileiros da fruta. Diante da preocupação dos fruticultores da região com a possibilidade de abertura do mercado nacional ao país asiático, Blairo Maggi afirmou que o assunto não estava na agenda do governo federal.

Durante a visita a uma área de cultivo de maçã, os produtores catarinenses lhe entregaram um documento com reivindicações. Eles querem o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para garantir a sanidade dos pomares, com o combate ao cancro europeu. Também pedem financiamento para a instalação de telas antigranizo nas plantações.
Situado na Serra Catarinense, São Joaquim tem mais de 2 mil produtores rurais, a maioria de pequeno porte, com no máximo cinco hectares. Na tarde desta quarta-feira, o ministro conheceu uma vinícola no município.

Centro Moscasul

Na terça-feira (9), Blairo Maggi esteve em Vacaria. No município gaúcho, assinou um protocolo de intenções destinado a operacionalizar recursos do setor privado para dar suporte às ações do Centro de Controle Biológico e Manejo Integrado da Mosca das Frutas (Centro Moscasul). A sede do centro fica em Vacaria.

A cooperação envolve a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi), Sindocopel e Associação dos Produtores de Pêssego da Região de Pelotas. O presidente da Embrapa, Maurício Antônio Lopes, e representantes das quatro entidades do setor de fruticultura participaram da assinatura do protocolo.

Ele anunciou ainda a liberação de R$ 506,9 mil para conclusão do Centro Moscasul. Blairo disse também que, em setembro, vai à Índia participar da reunião do Brics (grupo de países formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e começar as negociações para a abertura do mercado daquele mercado às exportações brasileiras de maçã.
Hoje, a participação do país no mercado global de maçã é de 2%. De janeiro a outubro de 2015, o Brasil exportou 60,11 mil toneladas da fruta. O principal importador foi a Rússia, que absorveu 5,57% desse volume.

A produção brasileira da fruta em 2014 foi de 1,38 milhão de toneladas, em 37 mil hectares. O Rio Grande do Sul, com 17,43 mil hectares, e Santa Catarina, com 17,73 mil hectares, representam 95% do total da área de maçã do país.

Fonte: Mapa

Logo Sebrae

Governador de SC apoia o Simples Internacional

A criação do Simples Internacional foi um dos temas tratados em reunião realizada entre o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, e o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, na manhã da última terça-feira (9), em Brasília (DF). O Simples Internacional será um mecanismo que irá permitir a ampliação das exportações de micro e pequenas empresas brasileiras, o aumento do intercâmbio comercial e a redução de custos e de tempo das operações

“Essa é uma ideia criativa e inteligente. Uma das melhores que vejo no campo da economia nos últimos tempos”, enfatizou o governador de Santa Catarina. Raimundo Colombo também destacou que esse será um ganho fundamental para o país e que o estado será profundamente beneficiado com a iniciativa.

“A intenção do Sebrae é apresentar o projeto a todos os governadores que estão na fronteira com o Mercosul. Todos estão interessados em abrir mercado para os empresários da região. A ideia está sendo muito bem recebida”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

O Simples Internacional quer simplificar todos os procedimentos necessários para exportar, sejam eles burocráticos, tarifários, logísticos e de meio de pagamentos. “Ele será o responsável por realizar toda a tramitação burocrática para a exportação do pequeno empresário, como licenciamento, despacho aduaneiro, consolidação de carga, seguro, câmbio, transporte e armazenagem”, destacou o presidente do Sebrae.

Afif ainda ressalta que outra questão que impactará os pequenos empresários é a utilização do Sistema de Moeda Local (SML). Trata-se de um sistema de pagamentos que permite que remetentes e destinatários, nos países que integram o sistema, façam e recebam pagamentos de transações comerciais em suas respectivas moedas. O SML já pode ser utilizado para operações comerciais realizadas entre o Brasil e a Argentina, por exemplo. “O sistema facilita as operações de câmbio das empresas com custos reduzidos”.

O grupo de trabalho responsável por elaborar o projeto do Simples Internacional esteve reunido, pela primeira vez, na semana passada, e a expectativa é que a proposta esteja pronta até o final deste mês. Além do Sebrae, ele é composto pelos ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a Receita Federal do Brasil, a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, o Banco Central, a Apex-Brasil, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Fonte: Sebrae

ZPE

ZPE de Parnaíba-PI receberá investimento de R$ 7,2 milhões para instalação de empresa

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, autorizou a instalação da empresa Ecopellets do Brasil Ltda, na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Parnaíba, no Piauí, para implantar e operar unidade industrial destinada a produzir combustível sólido a partir de biomassa na forma de pellets e briquetes.

A autorização foi publicada nesta quarta-feira (9), no Diário Oficial da União. O investimento foi orçado em cerca de R$ 7,2 milhões, dos quais R$ 6,4 milhões serão supridos por fornecedores nacionais.

Quando estiver em plena operação, o empreendimento deve gerar 47 postos de trabalho diretos. A aquisição da biomassa, que servirá de matéria-prima para essa indústria, deve injetar mais R$ 6 milhões ao ano na economia local, gerando mais empregos e renda no campo.

O produto da Ecopellets é uma fonte de energia renovável obtida a partir de resíduos vegetais que são triturados, secos e comprimidos. O mercado europeu é o maior consumidor de pellets de biomassa, que é empregado no aquecimento de residências ou como fonte de energia para consumidores comerciais, plantas industriais ou termoelétricas.

Na ZPE de Parnaíba já está instalada a empresa Agrocera Piauí Ind. Com. e Exportação de Cera Vegetal Ltda cuja planta industrial para processamento da cera de carnaúba passa pelos últimos testes antes do funcionamento. Quando estiver em plena operação, o empreendimento deve empregar cerca de 20 trabalhadores. Na primeira quinzena de setembro deste ano, a Agrocera Piauí deve promover o primeiro embarque de cera de carnaúba para o exterior.

Desde 2011 o Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) aprovou 12 projetos industriais para implantação nas ZPEs de Pecém (CE), da Parnaíba (PI) e de Senador Guiomar (AC) que totalizam R$ 18 bilhões em investimentos greenfield em novas plantas industriais com a previsão de geração de cerca de 15 mil postos de trabalho nas obras de implantação e mais de 5 mil empregos diretos na operação.

Fonte: MDIC

Santos Brasil

Analistas mantêm projeção de superávit de US$ 51,10 bilhões para balança comercial em 2016

A exemplo do que aconteceu na semana passada, instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) mantiveram a expectativa de que a balança comercial brasileira deverá fechar o ano de 2016 com um superávit de US$ 51,10 bilhões. Para 2017, os analistas dessas instituições também continuam apostando num saldo a ordem de US$ 50 bilhões.

Ao mesmo tempo, os economistas consultados pelo BC esperam um encolhimento um pouco menor da economia em 2016. A estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 3,27% para 3,24%. Para 2017, a projeção de crescimento segue em 1,1% há duas semanas consecutivas. As projeções fazem parte de pesquisa feita todas as semanas pelo BC sobre os principais indicadores da economia. Ela é divulgada às segundas-feiras.

A projeção das instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi mantida em 7,21%. Para 2017, a estimativa caiu de 5,29% para 5,20%.

As estimativas estão distantes do centro da meta de inflação de 4,5%. Para este ano, a projeção ultrapassa também o limite superior da meta: 6,5%. O teto da meta em 2017 é 6%.

É função do BC fazer com que a inflação fique dentro da meta. Um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e a inflação é a taxa básica de juros, a Selic.

Taxa Selic

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação.

O BC tem que encontrar equilíbrio ao tomar decisões sobre a taxa básica de juros, de modo a fazer com que a inflação fique dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano.

A expectativa das instituições financeiras para a taxa ao final de 2016 subiu de 13,25% para 13,50% ao ano. Para o fim de 2017, a expectativa para a taxa básica permanece em 11% ao ano, há cinco semanas consecutivas.

A projeção para a cotação do dólar foi alterada de R$ 3,34 para R$ 3,30 ao final de 2016, e mantida em R$ 3,50 no fim de 2017.

(*) Com informações da Agência Brasil

EUABANDEIRA

Mercado americano de bebidas e alimentos é foco de programa de internacionalização da Apex.

A Apex-Brasil vai iniciar a 2ª Edição do Programa de Internacionalização de Empresas de Alimentos e Bebidas, com foco no varejo de alimentos e bebidas dos Estados Unidos. O Programa vai oferecer ações de capacitação avançada em marketing internacional, missão de internacionalização para os Estados Unidos e coaching para construção do Plano de Expansão internacional.

Para essa edição, o destaque será a capacitação avançada em marketing internacional, uma parceria da Apex-Brasil com a Escola Superior de Propaganda e Marketing que tem como objetivo apoiar a construção do plano de marketing das empresas participantes do programa e dar suporte nos temas de marketing com foco no mercado americano.

Serão abordados temas como estratégia de entrega de valor e análise de mercado americano, brending e embalagem no mercado americano e promoção e comunicação nos Estado Unidos.

A capacitação, que acontece entre os dias 24 e 25 de agosto, em São Paulo, é voltada para as empresas fabricantes e exportadoras de alimentos e bebidas e tem como objetivo acelerar o processo de internacionalização das empresas brasileiras e torná-las mais competitivas no mercado americano.

Serviço:

Programa de Internacionalização de Empresas de Alimentos e Bebidas

De 24 a 25 de agosto na Escola Superior de Propaganda e Marketing, em São Paulo. Contrapartida financeira: R$ 1.000. Informações no telefone 61-3426-0202, ou enviando e-mail para apexbrasil@apexbrasil.com.br.

Fonte: Apex-Brasil

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MDIC lança o Comex Vis, a nova ferramenta de acesso aos dados de comércio exterior

Jornalistas da área econômica, que analisam e publicam dados da balança comercial brasileira, divulgada pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), participaram, na manhã desta quinta-feira (28), de workshop de apresentação da nova estrutura de divulgação de dados de comércio exterior.

Além de mudar o formato de publicação das planilhas, a partir de hoje o Ministério conta também com outra inovação: a ferramenta Comex Vis, que permite visualizações interativas das estatísticas. O workshop foi aberto pelo secretário de Comércio Exterior do MDIC, Daniel Godinho, que reiterou o compromisso do governo com a transparência. “Isso não se limita a apenas divulgar os dados, mas também difundir as estatísticas de comércio exterior de maneira cada vez mais fácil, transparente e inclusiva”, explicou.

Houve um aprimoramento global na forma de divulgação dos dados. Dessa forma, o MDIC pretende atender a demandas distintas, incluindo desde analistas de mercado, pesquisadores acadêmicos, empresários e imprensa, entre outros públicos.

Comex Vis

O analista de comércio exterior do MDIC, Saulo de Souza Guerra Ferreira, um dos expositores do encontro, explicou o funcionamento da Comex Vis, uma ferramenta de visualização interativa online, em que é possível navegar e interagir com gráficos e informações das exportações e importações brasileiras.

A base integral da série histórica, de 1997 a 2016, já está disponível, com dados sobre o Brasil, blocos comerciais ou por continente, e países parceiros. Os gráficos apresentam dados anuais e por período acumulado. Também é possível fazer recorte por país e produto, período, verificar valores e percentuais, traçar comparativos, entre outras facilidades.

Não é necessário conhecimento avançado para acessar o Comex Vis. Além disso, o portal é responsivo, o que permite leitura em smartphones e tablets igualmente. A proposta é que até o final do ano sejam incorporadas visualizações adicionais, como dados por UF ou pesquisa por produtos. As formas de divulgação atuais serão mantidas, pois foram desenhadas para públicos específicos. Essa nova ferramenta complementa o processo atual de divulgação de dados.

“A plataforma foi desenvolvida pela própria equipe da Diretoria de Estatística e Apoio à Exportação da Secex, utilizando os instrumentos mais modernos de visualização de dados estatísticos em utilização hoje no mundo, a custo zero”, destacou Godinho.

Fonte: MDIC

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Brasil foi o país que mais abriu investigações antidumping nos últimos três anos

Relatório divulgado nesta segunda-feira (25) pela Organização Mundial do Comércio (OMC) revela que o Brasil foi o país que mais abriu investigações antidumping nos últimos três anos. Entre 2013 e 2015, foram iniciadas 112 investigações, 15% do total registrado para os países-membros do organismo internacional.

Segundo a OMC, as investigações não levam, necessariamente, à imposição de medidas restritivas ao comércio, mas são um indicador de provável alta das restrições. O dumping é a prática de exportar um produto a preço inferior ao praticado no país de destino. Já as medidas antidumping são maneiras de neutralizar a prática, considerada desleal, geralmente pela imposição de tarifas alfandegárias adicionais.

Apesar de concentrar o maior número de novas investigações antidumping, o Brasil registrou diminuição delas entre 2013 e 2015. Em 2013, foram 54 investigações iniciadas. Em 2014, o número caiu para 35 e, em 2015, atingiu 23.

O relatório aponta aumento das barreiras comerciais de forma generalizada entre os países-membros e conclui que é preciso “resistir às pressões protecionistas”. Segundo o documento, assinado por Roberto Azevêdo, diretor-geral da OMC, as novas medidas restritivas ao comércio aumentaram de uma média de 15 por mês, na última medição, para 22 por mês. O número refere-se ao período de outubro de 2015 a maio de 2016, e é a maior média desde 2011.

Azevêdo divulgou o relatório durante o encontro do Órgão de Análise da Política de Comércio da OMC. Outra conclusão do levantamento é que os países-membros são lentos em eliminar as medidas restritivas ao comércio.

“Das 2.835 medidas restritivas ao comércio registradas para membros da OMC desde 2008 até este exercício, somente 708, ou 25%, haviam sido removidas até maio de 2016”, afirma o documento. O relatório pondera, no entanto, que, entre outubro de 2015 e maio deste ano, os países-membros adotaram uma média de 19 novas medidas por mês destinadas a facilitar o comércio.

Fonte: Agência Brasil

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Participação de empresas de couros em feira no Vietnã pode render US$ 20 milhões

Uma feira em ascensão, com crescimento de visitantes em um mercado com planejamento bem definido de grande expansão. Este foi o ambiente em que o couro brasileiro prospectou e concretizou negócios recentemente, durante a 18ª edição da International Shoes & Leather Exhibition, realizada no Vietnã, na cidade de Ho Chi Minh.

Ao todo, foram 12 empresas de curtume do Brasil expondo seus produtos com o apoio do Brazilian Leather, projeto de incentivo às exportações de couros desenvolvido pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A feira tem a previsão de gerar negócios na ordem de US$ 20 milhões às empresas brasileiras participantes.

Este foi o ano de maior presença do Brasil na feira, acompanhando a tendência do evento: a cada ano, a Shoes & Leather Exhibition está maior em área física, número de visitantes e também na diversidade de origem dos compradores. “A feira cresceu muito e a visitação aos curtumes brasileiros foi intensa. O número de visitantes de outros países da Ásia aumentou, com participação relevante de China, Japão e Coreia do Sul”, conta o presidente executivo do CICB, José Fernando Bello.

A mostra Design na Pele, com cerca de 90 objetos surpreendentes de moda e decoração feitos em couro brasileiro, foi apresentada na feira e considerada uma das grandes atrações de todo o evento. Como ocorre tradicionalmente por onde é exposto, o Design na Pele mostrou o potencial criativo e de qualidade do couro brasileiro e abriu novos e importantes contatos para as empresas nacionais.

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Especialista faz palestra sobre oportunidades no setor de componentes para moda no Peru

A indústria brasileira tem motivos de sobra para conhecer mais das oportunidades no mercado peruano. Quinto maior produtor de calçados da América Latina, o Peru ainda é o 13º principal destino das exportações brasileiras do Setor de Componentes para moda e tem aberto oportunidades para o estreitamento comercial entre nossos fabricantes e seus calçadistas. Para completar, a indústria calçadista peruana produz aproximadamente 50 milhões de pares por ano, 80% concentrado em uma única cidade, Lima. Ou seja, oportunidade de negócios não falta.

Diante deste cenário favorável, no dia 4 de agosto ocorrerá a palestra Conexão Internacional Peru – uma iniciativa do Footwear Components by Brasil, promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal).