Greve dos caminhoneiros inicia mobilização nacional nesta quinta-feira (4)

Paralisação de Caminhoneiros Registra Pontos de Mobilização em Todo o País Neste 4 de Dezembro

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A mobilização nacional organizada por grupos de caminhoneiros nesta quinta-feira, 4 de dezembro, provocou paralisações pontuais em rodovias brasileiras. Apesar de não haver bloqueios totais, diversos pontos de concentração foram registrados ao longo do dia.

A categoria reivindica melhores condições de trabalho, incluindo ajustes na política de frete, redução dos custos operacionais e melhorias na infraestrutura das estradas. Além disso, os caminhoneiros pedem a revisão do marco regulatório do transporte de cargas, tema que já vem sendo discutido há meses entre representantes do setor e autoridades federais.

Segundo relatos, a mobilização foi pacífica e buscou chamar atenção para as dificuldades enfrentadas pelos profissionais no dia a dia. Até o momento, órgãos federais e entidades do setor não divulgaram novos acordos, mas seguem acompanhando a movimentação.

A expectativa é que novas reuniões entre lideranças da categoria e representantes do governo ocorram nos próximos dias, na tentativa de avançar nas negociações.

Fonte: G1

Importadores e exportadores: prazo para regularização cadastral termina em 15/01

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A Receita Federal do Brasil (RFB), por meio do Siscomex, divulgou no dia 2 de dezembro de 2025 o comunicado “Sistemas nº 013/2025”, alertando para a obrigatoriedade de manutenção da situação cadastral regular – incluindo adesão ao Domicílio Tributário Eletrônico (DTE) e atualização do CNPJ/CPF dos representantes e sócios — para empresas habilitadas a operar com comércio exterior. Serviços e Informações do Brasil+1

O que muda ou o que está em risco

Quem não fizer a atualização cadastral completa até 15 de janeiro de 2026 corre o risco de ser desabilitado automaticamente no Siscomex, perdendo o direito de importar ou exportar até regularizar a situação. Serviços e Informações do Brasil

O que as empresas precisam fazer

Para quem vale

Importadores e exportadores habilitados no Siscomex — ou que pretendem habilitar — devem cumprir essas exigências. A medida se aplica a todas as empresas que operam no comércio exterior e mantêm cadastro ativo.


Fonte: Comunicado “Sistemas nº 013/2025” da Receita Federal / Siscomex, publicado em 02/12/2025. Serviços e Informações do Brasil

MDIC lança Chatbot Comex para facilitar acesso a informações de comércio exterior

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) lançou o Chatbot Comex, um assistente virtual que promete tornar mais rápido, seguro e fácil o acesso a informações oficiais sobre importação e exportação. A ferramenta gratuita funciona 24 horas por dia diretamente na página do Siscomex e não exige login, tornando o atendimento mais ágil e acessível para empresas e cidadãos interessados no comércio exterior.

O Chatbot Comex utiliza inteligência artificial para fornecer respostas fundamentadas em legislação, manuais e portais oficiais do governo federal, garantindo informações confiáveis e atualizadas. Quando necessário, o sistema também direciona o usuário para o Comex Responde, serviço de atendimento humano que oferece suporte especializado.

A iniciativa tem como objetivo integrar órgãos anuentes e usuários dos sistemas de comércio exterior, promovendo uma experiência mais transparente e assertiva. Além disso, ao reduzir consultas recorrentes de atendimento, a ferramenta contribui para a otimização da gestão pública, tornando o processo mais eficiente tanto para o governo quanto para empresas e profissionais do setor.

Segundo a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, “Estamos aproximando o governo das pessoas e reduzindo barreiras para quem quer empreender e exportar. É uma ação que traz mais tecnologia para o setor público e amplia a nossa capacidade de atender brasileiros interessados no comércio exterior”.

Para tornar a experiência ainda mais acolhedora, o Chatbot ganhou um avatar moderno e confiável, com traços suaves que humanizam o atendimento digital. A linguagem utilizada é clara, objetiva e livre de jargões, facilitando o entendimento de usuários com diferentes níveis de familiaridade com comércio exterior.

O Chatbot Comex representa mais um passo do governo brasileiro para inovar, simplificar e facilitar o comércio exterior, aproximando cidadãos, empresas e órgãos públicos, além de contribuir para o crescimento das exportações brasileiras.

Para acessar e utilizar o Chatbot Comex, basta visitar a página do Siscomex e digitar sua dúvida.

Fonte: agenciagov.ebc.com.br

Importações brasileiras batem novo recorde em 2025 e redesenham o cenário do comércio exterior

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O Brasil vive um momento marcante no comércio exterior. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as importações devem alcançar US$ 287,1 bilhões em 2025, um aumento de cerca de 4,8% em relação ao ano anterior.

Mesmo com o país mantendo um superávit comercial estimado em US$ 60,5 bilhões, o avanço das compras externas mostra a força da economia e, ao mesmo tempo, impõe novos desafios para o equilíbrio da balança comercial.

Esse movimento é impulsionado principalmente por três fatores:

  • Bens de capital, com crescimento superior a 26% em relação a 2024;

  • Bens intermediários, que devem registrar alta de 9,4%;

  • Bens de consumo, com aumento estimado de 4%, acompanhando o aquecimento do mercado interno.

No acumulado até setembro, as importações somaram aproximadamente US$ 212,3 bilhões, alta de 8,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. Esses números indicam que o país deve encerrar o ano com resultado recorde em movimentação de comércio exterior.

Para empresas que atuam com importação e exportação, como a NIX, o cenário reforça a importância de estratégias logísticas eficientes, planejamento de câmbio e diversificação de fornecedores globais. O aumento no volume de importações representa dinamismo econômico, mas também exige atenção redobrada às variações de custos e prazos no transporte internacional.

O desempenho das importações e exportações brasileiras mostra que o país segue em ritmo de expansão nas trocas comerciais, consolidando sua posição entre os principais players do comércio global.

Fonte: CNN Brasil — Importações atingirão recorde em 2025 e afetarão a balança comercial, diz CNI

🇧🇷🤝🇮🇳 Brasil e Índia reforçam parceria e miram comércio de US$ 20 bilhões até 2030


Captura de Tela 2025-10-17 às 17.41.16O Brasil e a Índia deram mais um passo para fortalecer suas relações comerciais. Os dois países concordaram em aprofundar o Acordo Preferencial de Comércio (PTA) dentro do Mercosul e estabeleceram a meta de elevar o volume bilateral para US$ 20 bilhões até 2030, atualmente, o comércio entre as duas nações gira em torno de US$ 12 bilhões por ano.

O acordo visa reduzir tarifas, ampliar o intercâmbio de produtos industriais e agrícolas e incentivar investimentos bilaterais, especialmente nos setores de tecnologia, energia e infraestrutura.
A iniciativa reflete o esforço do Brasil em diversificar mercados e reduzir a dependência comercial de parceiros tradicionais, como Estados Unidos e China.

📊 Essa aproximação também abre espaço para oportunidades de exportação e importação em novas cadeias logísticas entre América do Sul e Ásia, reforçando a importância estratégica do comércio internacional brasileiro.

🔗 Fonte: The Economic Times – “India, Brazil agree to deepen economic ties; set $20 billion trade target by 2030

Exportações para os EUA registram queda de 25,7% após novas tarifas

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As exportações brasileiras de produtos afetados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos recuaram 25,7% em setembro, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A medida reflete os impactos diretos do pacote de sobretaxas anunciado recentemente pelo governo norte-americano, que elevou tarifas de até 100% sobre itens como produtos farmacêuticos, caminhões pesados, armários e outros bens manufaturados.

A redução nas vendas externas evidencia a sensibilidade das exportações brasileiras diante de mudanças na política comercial dos EUA, um dos principais destinos dos produtos nacionais. O recuo foi observado especialmente nos segmentos industriais de maior valor agregado, que enfrentam agora desafios de competitividade no mercado norte-americano.

Especialistas apontam que a tendência pode se manter nos próximos meses, caso não haja revisão das tarifas ou adaptação das empresas exportadoras às novas condições comerciais.

Para o comércio exterior, o cenário reforça a importância da diversificação de mercados e do fortalecimento da presença brasileira em outros destinos estratégicos, reduzindo a dependência das oscilações tarifárias impostas por grandes economias.

Fonte: Poder360

EUA anunciam pacote de tarifas multissetoriais e provocam agitação no comércio global

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Na última semana, os Estados Unidos divulgaram um ambicioso pacote de tarifas que promete provocar repercussões profundas no comércio internacional — especialmente para empresas que exportam para o mercado norte-americano. A nova rodada de imposições tarifárias entra em vigor já em outubro/novembro e traz ajustes contundentes em setores estratégicos.

Principais medidas anunciadas

Embora ainda não haja confirmação oficial de todas as alíquotas — em parte porque parte das decisões está em fase de regulamentação — os anúncios divulgados até agora contemplam:

  • 100% de tarifa sobre produtos farmacêuticos de marca ou patenteados

  • 25% sobre caminhões médios e pesados

  • 50% para armários de cozinha e banheiro

  • 30% para estofados

Essas tarifas, quando aplicadas, visam fortalecer a indústria doméstica dos EUA. Porém, para empresas que exportam para aquele país, as consequências são imediatas: custos adicionais, pressão sobre margens e renegociação de contratos.

Vale destacar um ponto de interesse recente: em outubro, o presidente Donald Trump afirmou que todas as importações de caminhões médios e pesados entrarão sujeitas a uma tarifa de 25% a partir de 1º de novembro de 2025, em uma extensão da política tarifária que já visava veículos pesados. CNN Brasil+1

Impactos esperados e riscos para exportadores

A adoção de tarifas elevadas impõe uma série de desafios para quem depende do mercado americano. Alguns impactos prováveis:

  • Elevação de custo: as tarifas aumentam os preços dos produtos importados nos EUA, o que diminui a competitividade daqueles que não podem repassar totalmente o custo ao cliente.

  • Pressão de margem: produtores e distribuidores terão que absorver parte do impacto ou negociar descontos com fornecedores ou compradores.

  • Revisão estratégica: será essencial reavaliar rotas logísticas, fornecedores e mercados-alvo para mitigar os efeitos negativos.

  • Incerteza regulatória: em meio a um ambiente tarifário volátil, estratégias fixas correm risco de obsolescência rápida.

Segundo estimativas do governo brasileiro (Ministério da Fazenda por meio da Secretaria de Política Econômica), a imposição de tarifas de até 50% sobre exportações brasileiras pode provocar um impacto de 0,2 ponto percentual no PIB brasileiro no período entre agosto de 2025 e dezembro de 2026 — embora esse efeito seja considerado “modesto” no agregado, setores específicos poderão sofrer impactos bastante mais intensos. Reuters

Reações e medidas nacionais

No Brasil, o anúncio provocou reações expressivas da indústria e do agronegócio, que alertam para quedas nas exportações e dificuldades em absorver perdas. Senado Federal Parlamentares também vêm debatendo ações compensatórias, por meio de medidas de estímulo e apoio setorial.

O país conta, ainda, com mecanismos diplomáticos e jurídicos (como a atuação na OMC) para contestar sanções tarifárias que possam ferir regras de comércio internacional.

Como a NIX pode ajudar sua empresa

Em um momento de instabilidade nas relações comerciais globais, adaptar-se rapidamente é vital. Na NIX, oferecemos suporte estratégico para:

  • reconfigurar rotas e cadeias logísticas

  • recalcular margens e revisar contratos de exportação

  • mapear mercados alternativos

  • antecipar cenários regulatórios e tarifários

Se sua empresa exporta para os EUA — especialmente nos setores farmacêutico, mobiliário ou transporte — este é o momento de agir com planejamento e expertise.


Fonte das informações citadas:

  • CNN Brasil (sobre tarifa de caminhões) CNN Brasil

  • Gazeta do Povo (sobre tarifa de 25% para caminhões importados) Gazeta do Povo

  • Ministério da Fazenda / SPE, via Reuters (estimativa de impacto no PIB) Reuters

  • Rádio Senado / anúncio da reação da indústria brasileira

TCU Recomenda Leilão Único para Megaterminal Tecon Santos 10

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Técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) sugerem que o leilão do megaterminal Tecon Santos 10 seja realizado em fase única, sem restrições à participação de empresas que já operam no Porto de Santos.

De acordo com o parecer, não há evidências concretas de que a presença de operadores existentes prejudique a concorrência, tornando inadequada qualquer proibição. A recomendação considera que barreiras baseadas apenas em riscos hipotéticos seriam ilegais.

O relatório também ressalta que a concentração de mercado no setor portuário é uma tendência global que, se bem regulada, pode gerar ganhos de escala, eficiência e inovação, desde que haja mecanismos de monitoramento e regras claras de acesso isonômico.

O TCU defende, assim, um equilíbrio entre concorrência e eficiência operacional, garantindo um leilão transparente e competitivo. A decisão final sobre o formato do leilão ainda será tomada pelas autoridades responsáveis.

Fonte: Poder360

Receita Federal Endurece Fiscalização em Importações com a Portaria RFB nº 583/2025

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A Receita Federal do Brasil publicou a Portaria RFB nº 583, de 23 de setembro de 2025, estabelecendo novas medidas para reforçar o combate a fraudes e ilícitos em operações de importação, com foco especial em esquemas que envolvem ocultação de compradores, vendedores ou responsáveis pela operação.

A norma surge em um contexto de atenção crescente a operações fraudulentas, triangulações comerciais e empresas de fachada, especialmente em setores de alto risco, como o de combustíveis. A medida reforça o controle estatal sobre o comércio exterior, mas levanta debates jurídicos sobre proporcionalidade, legalidade e impacto no mercado.

Principais pontos da Portaria

Priorização de ilícitos aduaneiros: A identificação de crimes relacionados às importações passa a ter prioridade no gerenciamento de riscos da RFB, exigindo integração entre áreas internas e articulação com órgãos de persecução penal.

Alocação de recursos e fiscalização: Em caso de indícios de irregularidades, recursos adicionais devem ser direcionados à investigação, garantindo maior efetividade nas operações de fiscalização.

Coleta de provas e operações ostensivas: A Portaria autoriza ações ostensivas de coleta de provas, incluindo apoio policial, buscando coibir resistência à fiscalização, especialmente em locais privados.

Despacho aduaneiro antecipado de combustíveis: O despacho de petróleo, derivados e outros combustíveis passa a depender de anuência formal da Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (Coana) e dos fiscos estaduais envolvidos, revogando autorizações anteriores até 31/12/2025. Operadores certificados como OEA têm dispensa parcial dessas exigências.

Requisitos adicionais de habilitação: A Coana poderá estabelecer requisitos adicionais para habilitação de importadores no Siscomex, principalmente para combustíveis, aumentando o poder discricionário do fisco sobre o processo.

Impactos para o setor

A Portaria tende a burocratizar operações, gerar insegurança jurídica para importadores e criar condições diferenciadas entre operadores certificados e não certificados, potencialmente afetando a concorrência. Além disso, a amplitude de conceitos como “indícios relevantes” pode aumentar o risco de litígios.

Considerações finais

A Portaria RFB nº 583/2025 reforça a fiscalização e a repressão a fraudes em importações, especialmente no setor de combustíveis. No entanto, suas disposições abrem espaço p
ara questionamentos jurídicos quanto à legalidade das restrições, ao tratamento desigual entre operadores e ao alcance dos poderes conferidos à Coana. Empresas devem estar atentas às novas exigências e adequar seus processos para evitar riscos de penalidades ou atrasos logísticos.

Fonte: Diário Oficial da União – Portaria RFB nº 583/2025

 

Confiança do setor exportador brasileiro sofre queda após tarifas dos EUA

Por Poder 360

A confiança do setor exportador brasileiro sofreu forte queda, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu de 50,2 para 45,6 pontos entre junho e agosto de 2025. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (1º.set.2025).

O recuo é atribuído às tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos às exportações brasileiras. O ICEI vai de 0 a 100 pontos, e valores abaixo de 50 indicam pessimismo. Em dois meses, o índice do setor exportador caiu 4,6 pontos — com queda de 1,7 ponto em junho e mais 2,9 em julho.

Brasil bate recorde de exportação de janeiro a abril — Agência Gov

A CNI relaciona diretamente essa piora ao aumento tarifário implementado pelo governo de Donald Trump, em vigor desde 6 de agosto. O índice do setor exportador, inclusive, ficou abaixo da média da indústria nacional, que marcou 46,1 pontos em agosto.

Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, explica: “Juros altos reduzem o consumo interno, mas empresas exportadoras conseguiam manter a confiança vendendo ao exterior. Agora, com as novas tarifas, isso mudou.”

O Índice de Expectativas, que mede a confiança para os próximos seis meses, também caiu: foi de 52,2 para 47,2 pontos — retração de 5 pontos no período.

As tarifas dos EUA afetam cerca de 55,4% das exportações brasileiras, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), mesmo com 700 exceções previstas. Em resposta, o presidente Lula autorizou o Itamaraty a acionar a Câmara de Comércio Exterior (Camex) com base na Lei da Reciprocidade Econômica, que prevê medidas proporcionais contra restrições a produtos nacionais.

Leia mais em: https://www.poder360.com.br/poder-economia/tarifas-dos-eua-derrubam-confianca-de-exportadores-brasileiros-diz-cni/